So we have two aspects to this guy; intellectual acuteness and not taking things seriously. The not taking things seriously goes with finding it all pretty easy and a bit dull. But also it goes with realising that a lot of human activity is really pretty pointless, and when you realise that and internalise it then you become cynical and also a bit sad[...] It’s also the seed of an illness; a melancholia that can deepen in later life into full blown depression.
Another feature about this guy is his low threshold of boredom. He’ll pick up on a task and work frantically at it, accomplishing wonders in a short time and then get bored and drop it before its properly finished. He’ll do nothing but strum his guitar and lie around in bed for several days after.
[...] Now one of the things about Lisp, and I’ve seen it before, is that Lisp is a real magnet for this kind of mind.
The Bipolar Lisp Programmer. More abuse of the B-word, but worth it.
By the way, I think I have like half a dozen half-finished projects already mature enough to be published; some kind of anxiety prevents me from risking human contact. Of course they were done in Lisp whenever I could.
leoboiko @
09:58:24
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Então, aconteceu. Hoje tive aquele famoso momento que aguarda todos os homens, aquele rito de iniciação da vida adulta imortalizado no comercial de refrigerante panaca. Eu estava indo para a Conectiva, lá pros lados do Jardim Botânico, quando passei por duas estudantes colegiais. Deixei escapar uma breve admirada platônica e segui meu caminho, mas uma delas decidiu mexer comigo e falou: Ô, tiôo.
Isso só faz aumentar minha vontade de não amar ninguém nunca mais e ficar quieto no meu canto vendo a vida passar.
leoboiko @
21:27:16
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2007 foi o ano de Sísifo. Foi o ano em que eu descobri que força de vontade é um recurso não-renovável.
Eu adorava me olhar em espelhos; agora quero quebrá-los. É como se todos os leonardozinhos dos aniversários passados estivessem me observando, decepcionados. E os relances dos aniversários futuros são ainda piores.
Nada mais me desperta interesse. O dinheiro que todo mundo quer tanto que eu ganhe me é completamente inútil. Eu não vivo onde quero, não trabalho no que quero, não estudo o que quero; perdi qualquer esperança; cada dia jogando minha vida fora torna o momento mais difícil de parar; até onde posso ver, vou viver assim até a morte. Não tenho mais forças pra reagir; eu me resigno e trabalho. Aos 24, virei um adulto maduro e responsável.
leoboiko @
11:36:32
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Esses dias o Avi postou sobre OS-tans de Linux; sendo fora do meio, ele não conhecia a brincadeira. Eu estava hoje fuçando a página do Linux Moe Project e me deparei com representações antropomórficas de linguagens de programação. Só tá faltando uma versão bishounen…
Sim, eu fiquei instalando software até de madrugada no meu computador novo e fui parar nesses lugares.
Não, “Avi” não é um formato de vídeo–kun.
leoboiko @
11:10:05
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Eu já falei antes sobre a “falta de interatividade” dos jogos
japoneses (especialmente RPGs) comparada à “liberdade” aspirada pelos
jogos de PC, como ficou notório com GTA — e por que razões prefiro a
abordagem antiga, de console, linear. Hoje estava lendo o Stephen
Bond e ele descreve um conflito similar na comunidade de ficção interativa.
A conclusão tem gosto socialista, como é típico dele, mas valeu a
leitura.
leoboiko @
13:42:31
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O fliperama que nunca fecha fechou. De vez, ao que parece.
Ok, agora é oficial. Não tem mais nada pra mim em Curitiba. Não tem
motivo pra morar aqui. Próxima parada, as Minas Gerais — afogar-se em
trabalho, tentar esquecer.
leoboiko @
21:57:27
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Eu não pensei que teria tanto medo de passar o feriado sozinho.
Quando acho que estou me recuperando, acontece algo assim e percebo o
quanto ainda estou despedaçado e sangrando por todas as fendas.
Antigamente eu não me importaria nem um pouco com esses assuntos, mas
agora… Só de pensar na casa vazia esses dias todos já sinto aquela
coisa vindo, aquela vontade de ficar na cama.
leoboiko @
17:15:43
#!/bin/bash
file=~/Desktop/zenbell.mp3
interval="30 min"
player=/usr/bin/mplayer
function usage()
{
echo "Usage: $0 [OPTIONS]
Options:
-f FILE: play FILE (default: $file)
-i INTERVAL: wait this much, in at(1) format (default: $interval)
-p PLAYER: use PLAYER (default: $player)"
exit 1
}
while getopts "f:i:p:h" opt; do
case $opt in
f) file="$OPTARG";;
i) interval="$OPTARG";;
p) player="$OPTARG";;
*) usage;;
esac
done
sleep 100 # time to get away from the computer and sit
("$player" "$file"; "$player" "$file"; "$player" "$file") >&- &
at now + "$interval" <<EOF
"$player" "$file" >&-
EOF
leoboiko @
23:11:07
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É pra intelectuais gostarem de frio. Acho que vou ter que devolver
minha carteirinha, então, porque estou cansado de frio.
Eu quero calor.
Quero dias ensolarados e felizes, e quero ficar feliz também e não com
aquela nuvenzinha da Turma da Mônica me perseguindo. Quero voltar a
dormir, a ter apetite, ter tesão pelas coisas; quero minha suspensão
de descrença de volta pra eu gostar de literatura e quadrinhos e
videogame outra vez. Quero não odiar todo mundo que vejo na rua,
quero parar de agir como um imbecil com quem gosta de mim, quero que
essa coisa saia de minha cabeça.
leoboiko @
08:36:29
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