Só para registrar um pensamento que merece ser elaborado: há algo em comum entre Sartre, NetBSD, cerimônia do chá, jogos eletrônicos japoneses e o fascínio que tem a cultura nipônica. Pode ser preconceito pessoal, mas acho que uma motivação importante por trás dessas criações é uma sensibilidade delicada, um bom gosto tão forte que torna insuportável qualquer “jeitinho”. Antoine Roquentin teria a Náusea lendo as manpages de um GNU/Linux. Se Rikyû jogasse videogames, jogaria Nintendo.

Preciso parar com o Nietzsche e ler um pouco mais de Sartre para melhorar esta comparação.