Praticamente todo mundo que eu converso se opõe aos meus planos de trocar uma carreira promissora em ciência da computação para ser um professor (pobre) de Letras. Geralmente elas não sabem que, mesmo que eu seguisse com CC, seria um professor acadêmico (pobre) de um jeito ou de outro. Mas gosto dessa oposição toda, ela me deixa cada vez mais entusiasmado com a idéia. Quando fui pra UFPR eram só tapinhas nas costas e “que legal, você passou, agora vai ficar bem de vida”, o que me deixava desconfortável. Agora posso “sair do armário” e interpretar o papel do erudito ou artista que troca as distrações todas da sociedade pela oportunidade de estudar.