March 2005
Monthly Archive
Tue 29 Mar 2005
Posted by leoboiko under
Pessoal ,
Humor[3] Comments
Legiões de amigos perguntaram o que significa o boikofomé, então explicarei o simbolismo. Tá, ninguém perguntou, mas a maioria dos FAQs são assim. Me processem.
Os muitos braços — um viajante de tempos idos certa vez caçoou de uma estátua de Kanon, a deusa budista da compaixão. “Como pode ela ter mil braços?”, riu ele. “É impossível”. O monge do templo respondeu, “dois braços são pouco para uma mãe cuidar de um único filho. Quantos braços não precisa Kanon, que cuida de toda a humanidade!”
Da Vinci foi arquiteto, músico, inventor, engenheiro, escultor e pintor.
A réplica do viajante ao monge foi: “segundo as pesquisas neurocientíficas correntes, seria custoso processar os dados para controlar tantas extensões biológicas. A menos que elas sejam semi-autônomas, apresentando similaridade talvez com os tentáculos octopóides.”
O rosto sombrio — está oculto em trevas. Quem consegue vê-lo?
O verde — eu combino com e camuflo-me no mato, minha origem.
A metade feminina e a metade masculina — gentil ou bravo? Servil ou ditador ou anarquista? Crente ou ateu? S ou M? Humanas ou exatas? Vento ou terra, água ou fogo, Libra ou Escorpião? Vi ou emacs? Eu sou aquele que sou, e o que quero ser.
A ampulheta — ela tem areia fina como quarks. Dez mil gerações de sábios pensaram, e mais dez mil ainda pensarão antes de desvendar a sua origem e destino. Cada grão profetiza um evento, e nela está determinado o fim inevitável de cada um de nós. É a ampulheta da Causalidade, que se vista por mentes fracas traz o desespero, mas vista por mentes fortes, a liberdade.
A maçã mordida — e são muitos os que preferiam não tê-la comido, e viveriam felizes no jardim de infância por toda a eternidade. Mas não nós; não, nós precisamos da Maçã que é → Poder. Nós não “sucumbimos” às “tentações”, nós as queremos, nós as tomamos com paixão e desejo como se toma a uma mulher. Existe apenas o poder, poder para satisfazer a vontade. Compartilhemos maçãs alegremente.
O livro — todo o conhecimento da humanidade está neste livro; através dele, aperto as mãos de homens do passado remoto, e aceno para os que virão depois de mim. Quem sabe o nome deste livro? Na sua capa está escrito Arte, Cultura e Ciência; na contracapa, Sexo, Violência, Vulgaridade, e Zorro. A orelha diz “best-seller por quatro semanas seguidas na Books’r'Us! O melhor livro do ano! — New York Times”. Maktub.
A chave — ela foi obtida pelo livro e pela maçã. O nome desta chave é Esqueleto, pois não há segredo que ela não desvende, com um teste bem-sucedido da perícia ladina Abrir Fechadura. O uso é trabalhoso & difícil.
O texto — citação de um livrinho curto, mas divertido. Bem melhor do que aquele outro carregado pelos homens de terno e gravata. Eu digo: não somos como tais homens. Excelsior, amigos! Ao übermensch! Exceed! Exceed! Para o alto e avante! Shine on your crazy diamond!
O chapéu-coco — pra ninguém levar a coisa toda a sério.
Mon 28 Mar 2005
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Pessoal[4] Comments
Fiz um desenho bafomético de mim mesmo no i-eu.
Quem será o primeiro a fazer um acessório Wordpress para o i-eu? :)
Mon 28 Mar 2005
Posted by leoboiko under
Cultura ,
HQs ,
Cinema[37] Comments
Muitas pessoas têm me perguntado se eu vi o Constantine, o que achei etc., provavelmente por pensarem que o filme teve uma postura inovadora sobre temas cristãos e tal. Eu estou guardando mentalmente minhas opiniões sobre filmes e livros para abrir uma categoria só disso, mas já que vocês estão curiosos, deixa eu falar de Constantine.
Em primeiro lugar, os não-iniciados precisam saber que Constantine é um personagem de uma série de quadrinhos, Hellblazer, publicada sob o selo Vertigo, um dos melhores da produção adulta norte-americana. “Ah, já vi tudo”, o leitor que conhece só o filme está pensando. “O Boiko vai malhar dizendo que o original é melhor.” É exatamente o que pretendo fazer. Em geral não gosto de críticas desse tipo, com freqüência simples desculpas pra dizer “eu sou mais culto porque conheço o original”. Mas existe um caso em que elas se justificam: quando o original é muito bom e pouco conhecido, e o filme é medíocre. Se ninguém falar nada, o nome pode ficar manchado.
É exatamente o caso de Constantine, um filme bonzinho, mas que dificilmente passa da categoria “sessão da tarde”. Hellblazer é obra de gênio. No futuro, quando as HQs receberem enfim o valor que merecem, sem dúvida a série será lembrada como uma manifestação pura do espírito artístico americano (assim como outras da Vertigo). Já o filme, não passa de mais uma produção formulaica holliwoodiana, sem nada de original.
Os três maiores problemas com o filme foram:
- Moralidade. A indústria de Hollywood parece ser completamente incapaz de adaptar uma história sem estragá-la com moralismos imbecis, provavelmente porque querem o selo de audiência mais amplo possível. O Constantine original é um anti-herói altamente manipulativo, e com freqüência egoísta, arrastando todos ao seu redor à destruição graças às suas ambições. Por exemplo, no filme a vida dele é salva contra a sua vontade. Nos quadrinhos ele deliberadamente pactua com as forças malignas para ser salvo.
- O par romântico. Em nome de todos os demônios dos nove círculos do inferno, por que tinham que colocar um par romântico? Beijo antes da cena do clímax, também? E que tal umas explosões?
O pior de tudo, Keanu Reeves. De todas as pessoas no mundo, Keanu foi a pior escolha possível para o papel. O ator mais sério e certinho de Hollywood para fazer o ocultista mais sarcástico e cínico de toda a Vertigo. Brilhante. Keanu não saberia ser Constantine nem que sua vida dependesse disso, e sua frieza descaracterizou completamente o personagem.
O Reeves não é nem parecido com o Constantine, caramba. No original ele é loiro e inglês, inspirado no Sting. Alguém como o Brad Pitt teria sido perfeito. A escolha do Reeves foi o mesmo que colocar o Sid Moreira pra fazer o papel de João Grilo.
Pra ser arrogante de forma mais direta: você achou o personagem Constantine legal? Leu o original? Se não leu, não tem o direito de julgar. O que sobrou dele no filme é uma sombra pálida da personalidade cáustica do encapotado da DC. Leia a HQ, você não vai se arrepender.
Fri 18 Mar 2005
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CulturaNo Comments
O Wendel recomendou uma página de cartões virtuais. Peraí, peraí, a minha opinião de cartões é a mesma que a sua. Mas antes de ignorar o resto deste post, dê uma olhadinha. A arte é muito bonita.
Sim, ele falou isso há um bom tempo. Eu confesso: só estou escrevendo porque quero testar a funcionalidade de trackbacks do Wordpress. Mas ei, os caras merecem um pouco mais de propraganda.
Thu 17 Mar 2005
Shaman King é um mangá que comecei a comprar a contragosto. Estava francamente cansado de shōnen, especialmente o tipo com torneio de lutas sobre-humanas. Mas foi só ler a primeira edição para ser absolutamente cativado pela personalidade de Yō. Mais algumas edições e eu me apaixonaria sucessivamente pela itako Anna e pelo Haō. Anna Kyōyama em particular ficou vívida o bastante em minha imaginação para que eu sonhasse com ela. O tema de Shaman King, representar uma moral em cada personagem e colocar essas morais em contraste e conflito, acaba ficando como pano de fundo. A característica mais atraente do mangá é que os personagens todos são extremamente carismáticos.
O momento em que o gênio narrativo de Hiroyuki fica mais aparente é quando ele recupera um personagem sem graça. Bokutō no Ryū passou de um vilão saco-de-pancadas estereotípico para um autêntico filósofo das estradas na viagem a Izumo com o Manta. Mais surpreendente pra mim foi ele ter tornado Horo-Horo atraente. Como o “cara extrovertido e barulhento” do grupo, Horo-Horo parecia um personagem irremediavelmente chato (nos dois sentidos). Contudo, no arco do urso Apolo o moleque foi plausivelmente transformado num xamã ainu cool (nos dois sentidos). Até agora estou impressionado que o Hiroyuki tenha conseguido fazer isso.
Enfim, Shaman King é um dos mangás que mais tenho gostado de ler por esses dias.
Trivia: sabiam que a mascote da província de Aomori, Anna-chan, é inspirada pela Kyōyama?
Thu 17 Mar 2005
Posted by leoboiko under
Palavras ,
Ensaios[4] Comments
Este é um registro público de minha opinião em uma discussão que sempre tenho
com o [Boto][]. Apesar de (até onde sei) ser um naturalista, o Boto acredita
que há algo especial, único e constante em cada pessoa — um “eu” fundamental,
um [Ātman][atman] hindu (em contraste com meu [Anātman][anatman] budista). (more…)
Tue 15 Mar 2005
SaGa frontier é um jogo exótico. Foi o primeiro RPG que joguei no Playstation, e possivelmente o primeiro em inglês para o sistema. É a continuação da série Romancing SaGa (1, 2 e 3 para o SNES, e também um para Wonderswan Color), que já atraía opiniões fortes desde os velhos tempos. A maioria dos fãs ou odeia a série (”a ovelha negra da Square”) ou a adora com paixão. Não preciso dizer que pertenço ao último grupo.
Na comunidade de SaGa Frontier do Orkut há uma discussão sobre golpes preferidos do jogo. SaGa tem ataques baseados em armas, e eu sempre gostei dos três de katana. Em Blizzard o personagem ataca com poderes congelantes enquanto surge no fundo o ideograma de “neve”, 雪. Moonlight Cut é um corte sorrateiro, com a imagem da lua e seu ideograma 月. O terceiro movimento, muito mais difícil de obter, chama-se “Tres Flores”. É um mistério para mim o porquê do nome em português ou espanhol. A animação de ataque envolve pétalas de cerejeira e o símbolo 花.
SaGa Frontier possui um sistema de combinação de golpes afins. Usando estas três técnicas simultaneamente, os espadachins realizarão a seqüência “neve, lua e flores”. Descobri no GameFAQs que tal combinação imita uma técnica do Romancing SaGa 3, “Midare Setgetsuka”(sic).
“Setge” não é uma romanização válida de japonês, mas fiquei intrigado. Midare certamente é 乱れ, “profusão”, e a segunda palavra sem dúvida é uma composição de 雪 (setsu), 月 (getsu) e 花 (ka). Dá pra ler 雪月花 de várias maneiras, mas a mais comum parece ser setsugekka. Midare Setsugekka, “neve, lua e flores em profusão”. Pesquisando, descobri que a mesma técnica apareceu no Legend of Mana como Beautiful Three.
Soa como uma expressão artística japonesa. Qual seria o significado? Alguns resultados interessantes encontrados no Google foram:
- Camellia sasanqua, uma flor japonesa. Neste caso, o nome poderia ser entendido como “flor da neve e da lua”.
- Padrão Setsugekka na cerimônia do chá. Apreciado pelo representante da décima quinta geração da Urasenke, mestre Tantansai.
- Pinturas com os três temas.
Provavelmente um tema poético. Só fui encontrar algo na edição japonesa da Wikipedia. Pelo que pude entender, a expressão foi usada originalmente pelo poeta chinês Hakukyoi (cn. Po Chui?) e era uma alusão à beleza do fluxo das estações (a neve do inverno, a lua do outono, as flores da primavera). No Japão, exceto no campo da poesia, a frase foi entendida como uma estética conjunta — as composições incluíam todos os três motivos.
Esta é, portanto, a raiz do Midare Setsugekka. Ainda restam perguntas em aberto, então aproveito para pedir ajuda dos colegas jogadores. Por que “Tres Flores”? A técnica surgiu em Romancing SaGa 3, ou apareceu antes? E quanto aos jogos novos, como SaGa Frontier 2, Unlimited SaGa e Romancing SaGa: Ministrel Song? Além de Legend of Mana, aparece em outros jogos? Quem souber, por favor, deixe um comentário.
Tue 15 Mar 2005
Posted by leoboiko under
Computadores[2] Comments
Finalmente saiu o Wordpress 1.5. Ainda levarei algum tempo para escrever um tema para ele.
Estou ansioso pelo Multilingual Plugin.
Tue 15 Mar 2005
Posted by leoboiko under
ComputadoresNo Comments
Webloggers de todo o mundo estão se unindo para contra-atacar os spammers de “Online Poker” malditos. A idéia é compartilhar seu google juice e colocar referências sobre Online Poker, apontando para a página da Wikipedia sobre Online Poker.
Então o que está esperando? Direcione você também Online Poker para o artigo da wikipedia. Ele já está em terceiro no google (quando se procura por Online Poker), e logo chegará em primeiro.
Mon 14 Mar 2005
Depois de uma noitada em uma lanhouse decente (forasteiros em Manaus: não queiram conhecer a do shopping Amazonas), sinto-me obrigado a recapitular a impressão que tive de Ragnarök. Isto é, ele está sendo interessante e envolvente.
Parte da diversão, admito, foi que Matsukaze finalmente graduou-se para sua primeira classe. Futuros magos não devem desperdiçar pontos aprimorando habilidades de combate, então você fica fraco durante todo o período de aprendizagem. Depois de sofrer tanto correndo atrás (e apanhando) de Sapos de Rhodda, é delicioso destruí-los à distância com um relâmpago.
Mas o melhor foi interagir mais. Meu desgosto com a linguagem e comportamento dos participantes foi bastante amenizado quando eu me toquei que a maioria é bem jovem. Matsukaze, assim que conseguiu algum poder de ataque, estava ajudando alguns aprendizes a evoluir. O segundo mais velho do grupo era de dezesseis anos, e a jogadora de Marin-chan tem doze! É como jogar RPG com minha irmãzinha.
Num primeiro contato a molecada pode ser bem chata, mas se respiro fundo e conto até dez, meu lado pedagogo encarna com toda força. Poucas horas de trabalho em equipe e eu já notava no pessoal mais disposição para se comunicar em linguagem escrita. Mesmo sendo um jogador novato, acabei assumindo naturalmente a posição de orientador.
Uma idéia do The Heretic que estou pensando em explorar é evitar referências à vida real. Por um lado, foi legal servir de conselheiro emocional para adolescentes tumultuados (jogos servem pra isso mesmo, trabalhar os nós emocionais). Por outro, penso que situações interessantes podem surgir com uma carga maior de interpretação. Falar apenas como Matsukaze, nunca como Leonardo. Entre outras coisas, é uma maneira interessante de exercitar formas pouco comuns de linguagem. Quando você teria na vida real um contexto válido e interessante para dizer “Levá-los-ei à cidade de Prontera, que já se avizinha”?
Soa completamente alienígena com os “flws” da rapaziada, eu sei. Mas eles são tão influenciáveis.
Para a geração atual, os jogos se tornaram símbolos de poder e ambientes de socialização, e a incompreensão adulta sobre este meio de expressão já começa a desaparecer. Não que os críticos tenham mudado de idéia. A maioria dos professores e pais de hoje não fala a linguagem tecnológica por puro comodismo; sequer se dão ao trabalho de tentar jogar alguma coisa (não, você não pode entender do que se trata sem jogar). Disfarçam a falta de interesse com uma suposta ineptitude blasé. Com isso, perdem oportunidades brilhantes de ensino. Felizmente a geração que nasceu e cresceu com os jogos — a minha — está se tornando adulta. Tenho arrepios de imaginar o que poderia fazer com uma escola pública, um laboratório de computação e um jogo como Ragnarök. Uma coisa é um professor que não quer nem saber das histórias com as quais você gasta noite após noite, outra é um professor no nível 99 e líder de clã.
Wed 9 Mar 2005
Posted by leoboiko under
Cultura ,
RPGNo Comments
Espadas européias de duas mãos eram leves. Isso mesmo, jogadores de RPG, aquelas espadas enormes de um metro e oitenta pesavam geralmente por volta de três quilos e meio.
Wed 9 Mar 2005
Ando jogando Ranarök Online esses dias. Quem me conhece sabe que não gosto de jogos de PC, mas esse MMORPG coreano é exceção; a sensação de jogá-lo é muito parecida com a de um bom jogo de console. A falta de conteúdo no ambiente é tolerável, considerando as coisinhas fofinhas de anime (personagens em arte de pixels com classes legais, bichos de estimação, sinais emocionais gráficos). Confesso que foi emocionante entrar em uma cidade estilão RPG de console e dar de cara com dezenas de mercadores comprando e vendendo coisas — personagens interpretados por pessoas reais, negociando humanamente itens de fantasia de toda espécie.
Mas o que estraga o jogo são os jogadores. Conforme me envolvo com o Ragnarök, começo a sentir cada vez mais a falta de MUDs. Estava lendo uma discussão sobre MUDs no kuro5hin e alguém comentou o seguinte:
Muds usually requires some language skills, keeping the worst of the globalized teen pack away (as does the CLI interface).
O que é verdade. Não tinha “q lvl” ou “vc tem trevo? me da 3″ nos MUDs que eu jogava. Bateu saudade…
Mon 7 Mar 2005
Em uma atitude “corajosa”, a Globo lançou o Telecine Cyber Movie, “smpre c/ as legendas falando a linguagem rápida típica da Internet“.
Não, caros leitores, não vou destroçar a iniciativa com críticas impiedosas. Longe de mim opor-me às emergentes formas de comunicação na fronteira da super-informação e tals. Na verdade, gostaria de sugerir que a Globo expandisse a idéia. Não faz sentido passar filmes com legendas de usuários de MSN e deixar os l33t d00dz na mão!
Apresentando: Telecine l33t |\/|0v13z!!!!!!!11 |\/|0v13z fullz c/ subs em l33tsp34k!!!!!! wtf!!!!!1
Um policial c infiltra no mundo das corridas de rua em Miami, em um filme c/ mta ação em alta velocidade. ->
1 t1r4 sn34k no t34m de m4d l33t r4c3rz!!!!11 omg lol!!!
Lawrence Fishburn e mtas motos em alta velocidade, em uma disputa p/ decidir quem é o motoqueiro + rápido. ->
L4wr3|\|c3 F15hBur|\| e motowz n1nj4z, e q r4c3r l33t owna+!!!!!!!! wtf lol!!!!!1
Tue 1 Mar 2005
Aqui estão algumas URLs para o dicionário de japonês e kanji WWWJDIC, próprias para serem usadas com quicksearches no Firefox.
- Busca de palavras japonesas em romaji:
http://www.csse.monash.edu.au/cgi-bin/cgiwrap/jwb/wwwjdic?1MUJ%s
- Busca de palavras japonesas em kana, kanji, ou palavras em inglês:
http://www.csse.monash.edu.au/cgi-bin/cgiwrap/jwb/wwwjdic?1MUE%s