May 2005
Monthly Archive
Tue 31 May 2005
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CulturaNo Comments
(…) Eu me lembro muito bem do surgimento da idéia de que é um dever do professor motivar seus alunos (eu me lembro muito bem porque pensei que a idéia era absurda). Agora encontro jovens cientistas educados sob o regime motivacional, e eles têm uma desvantagem bastante notável: sua capacidade de absorver informação não-motivada é limitada a cerca de dez linhas. (…) É um exemplo assustador de como a educação pode causar necessidades psicológicas que depois serão sérios empecilhos.
— Prof. Dr. Dijkstra, EDW991-0, 5 de novembro de 1986
Tue 24 May 2005
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Cultura ,
Cinema[4] Comments
Saiu no slashdot uma história sobre um carinha que fez um filme (torrent) entrevistando pessoas fantasiadas na fila da pré-estréia do Star Wars: A Vingança dos Sith (nos EUA).
Isso me deixou pensando. Eu e uns amigos fomos ver a pré-estréia, 0:02 de uma quinta-feira. Adoro assistir animes no Animencontro, adoro assistir pré-estréias em horários complicados. As pessoas que decidiram quebrar a rotina e, mesmo com trabalho no dia seguinte, enfrentar filas enormes numa madrugada de quinta, são sem dúvida os fãs de verdade, e há algo de extremamente divertido em assistir um trabalho para fãs com pessoas que são realmente fãs. O simples fato de você desreispeitar as regrinhas sociais sobre horários já deixa todos animados. As piadas são mais engraçadas, a ação é mais emocionante, você não é o único a compreender as referências, a coisa toda é mais viva. Você pode relaxar e se sentir parte do grupo. Lógico que tinha gente fantasiada (incluindo um Darth Vader), sabres de luz no escuro, o pessoal do Conselho Jedi Paraná, pessoas que vi na JediCon… e os fãs antigos, que acompanham desde a trilogia original. Vi um senhor comentando sobre como a animação do pessoal o lembrava do lançamento de “O Retorno de Jedi”.
Eu tenho amigos (*cof*) que têm o perfil de nerd, mas que disseram preferir ver o filme mais calmamente, durante o dia, sem filas… este comentário todo eu escrevi só pra dizer: vocês não sabem o que estão perdendo.
Tue 24 May 2005
Ontem, na Itiban, encontrei uns CDs do Ragnarök. Até aí tudo bem, mas eles não eram do BRo, e sim de um servidor novo — o RagnarökBR. O tiozinho da Itiban me explicou que o sistema é de uns amigos dele daqui de Curitiba que tinham estado no Japão e tal.
Decidi experimentar. A primeira coisa que chama a atenção é a atualização — enquanto o pessoal do BRo espera ansiosamente por Juno, o RagnarökBR segue o servidor coreano com no máximo duas semanas de diferença. Assim, há muitas áreas e coisas novas no mundo. Infelizmente, a tradução deixa a desejar: está incompleta e com numerosos erros de português e digitação.
Como seria de se esperar, ainda há pouca gente jogando. Mas o mais decepcionante é o lag. Posso dizer com certeza que não há lentidão do lado do cliente, pois ando jogando em um Athlon64 3200+ com 1GiB de RAM e em ADSL de 500Kbps. O lag do RagnarökBR é tão ruim quanto, e por vezes pior, do que o do BRo. Isso é muito preocupante, considerando a diferença massiva na quantidade de jogadores. De qualquer forma, continuarei no RagnarökBR no mínimo durante o período gratuito de trinta dias. Esperemos que o servidor torne-se mais maduro, será bom ter uma alternativa ao BRo.
RagnarökBR
Prós: Servidor atualizado com o oficial coreano, GMs oito horas por dia, curitibano, equipe mais acessível, preço mais em conta.
Contras: Poucos jogadores, tradução ruim, lag.
Mon 9 May 2005

Which Fruits Basket Character Are You?
Fruits Basket, achei bem legal. Apesar de eu gostar mesmo é do Shigure, e de ter coisas em comum com o Kyo também, a Márcia jura que sou igualzinho o Yuki… o que não deixa de fazer sentido.
Thu 5 May 2005
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Pessoal ,
DiárioNo Comments

Estou em Curitiba, provisoriamente na casa da Márcia, arranjando um cantinho na universidade e lugar para morar. Depois escrevo alguma coisa, agora não quero.
A foto é uma cena real, não foi arranjada.
Tue 3 May 2005
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Pessoal ,
Chorinhos[9] Comments

Eu queria que as pessoas fossem como gatos. Alguém chegaria ronronando à pessoa mais próxima, e se não fosse rejeitado, os dois trocariam carinhos. Depois ia cada um pra seu canto. Sem obrigações sociais, contratos, medos, ciúmes, angústias, pesos. Queria que separação não fosse como arrancar um bebê mamando do seio.
Eu queria mesmo é que as pessoas fossem como gatos…