Divagação do dia: sou, em essência, um agregador. Passo os dias coletando informações bem mais variadas do que a média das pessoas coleta — sobre literatura boa e ruim, net, cinema bom e ruim, videogames, quadrinhos, poesia, música de tudo o que é estilo, gastronomia, teatros, ciência, arte, computação, biologia, história, lingüística, filosofia, desenhos animados, cultura japonesa, brasileira, americana, celta, indígena, chinesa, o diabo a quatro — para depois enterrar o primeiro coitado que mexer comigo numa torrente verbal infindável, que apesar de insights e análises até interessantes, no fundo resume-se a: “isto é legal!”, “isso também é legal!”, “aquilo lá é muito legal!”.

Como bom agregador, eu procuro filtrar os assuntos mais ou menos pelo interesse de cada um, mas sempre erro para o lado de informação demais, com a esperança de expandir horizontes.