A edição atual da The Escapist tem um ensaio curto sobre acessibilidade em jogos de GBA. A pressão para ser jogável em metrôs lotados no Japão é o que gerou maravilhas como Made in Wario (aka WarioWare) e Rhythm Tengoku, mas é um fator cultural mais importante do que pode parecer; pesa no próprio formato mangá, e até o Nobel de literatura Kawabata já afirmou que seus romances são feitos para se ler pedaço por pedaço no metrô.
Mas não é por isso que estou comentado o assunto. É que o texto de Pat Miller usa Mother 3 como exemplo de acessibilidade no GBA :) Pontos de bônus também por mencionar Bit Generations e Advance Wars.
A propósito, quem se interessa por esse assunto precisa ler a entrevista que o Insert Credit fez sobre a versão GBA do Hitofude (aka Polarium).