AltGr/ISO_Level3_Shift: ÷♪♥○¹²³½¾¼ªº°…—“”·
Compose/Multi_key: āōū←↔≤①™æœß
Mode_switch: αβγδεπΓΔΠ
BR layout deadkeys: àéõôü
Japanese IM: 日本語のテキスト
It’s working =D
Fri 30 Mar 2007
AltGr/ISO_Level3_Shift: ÷♪♥○¹²³½¾¼ªº°…—“”·
Compose/Multi_key: āōū←↔≤①™æœß
Mode_switch: αβγδεπΓΔΠ
BR layout deadkeys: àéõôü
Japanese IM: 日本語のテキスト
It’s working =D
Fri 30 Mar 2007
Fiz um diagrama estilão programador pra tentar entender a terminologia básica da teoria de Saussure, e ele teve um sucesso moderado (e embaraçoso) na minha turma de Lingüística. Como pode ser útil pra alguém, estou divulgando.
Ele foi revisado por minha professora, então deve estar mais ou menos OK. Só lembrem-se dos detalhes:
Tue 27 Mar 2007
Só quis escrever esta notinha para agradecer às moças que me ajudaram na mudança:
Grato, grato m(_ _)m
Mon 26 Mar 2007
<leoboiko> estou lendo a Odisséia
<leoboiko> é a história de um carinha chamado Odisseu tentando voltar pra casa
<leoboiko> tipo Caverna do Dragão
<leoboiko> começa com uma náiade que prendeu ele por cinco anos numa caverna:
<leoboiko> a Calipso
<leoboiko> ela ofereceu a imortalidade em troca de amor, mas Odisseu manteve-se fiel à esposa
<leoboiko> até que os deuses se apiedam e mandam Hermes dizer para Calipso soltar o cara
<leoboiko> de coração partido, ela abriu uma fábrica de bolachas de chocolate e passou a cantar axé
<leoboiko> as bolachas são boas, mas ouvindo a voz dela você entende por que Odisseu recusou a imortalidade
Tue 20 Mar 2007
Many people have heard of this bash “feature”:
bash$ (set -e; false; echo hello)
bash$ (set -e; false; echo hello) || echo fail
hello
What’s happening? This is a consequence of the fact that failed commands inside OR-lists shouldn’t exit the shell, even under set -e (for example, false || echo fail shouldn’t exit). The strange thing is that apparently the subshell inherits the state of “being inside an OR list” from the parent shell. What for, it escapes me.
But OR-lists aren’t the only place where set -e should be ignored. From man bash:
-e Exit immediately if a simple command (see SHELL GRAMMAR
above) exits with a non-zero status. The shell does not
exit if the command that fails is part of the command list
immediately following a while or until keyword,
part of the test in an if statement, part of a &&
or | | list, or if the command’s return value is
being inverted via !.
This is all very logical, except when in combination with the weird “state inheritance” of subshells. Consider the following script:
#!/bin/bash
function foo()
{
(set -e
false
echo not ok)
}
function bar()
{
foo
}
function baz()
{
if ! foo; then
:
fi
}
echo bar: $(bar)
echo baz: $(baz)
The results?
bash$ ./foo.bash
bar:
baz: not ok
Fri 16 Mar 2007
Peço perdão aos leitores mais sensíveis, mas não há outra maneira de expressar a raiva que tenho dessa frase.
Minha filha não respirava ao nascer. Se isso tivesse acontecido algumas décadas atrás, ela teria sido considerada um cadáver e abandonada à morte. Hoje, está viva e bem, graças à medicina — graças aos pediatras e enfermeiros que passaram anos debruçados sobre livros tediosos até adqüirir habilidade suficiente para ressucitar um bebê; graças às milhões de horas de dedicação acumulada no progresso da ciência; graças ao suor e sangue e carne queimada de gente que teve coragem de se opor ao obscurantismo da Igreja; graças aos cadáveres roubados, aos animais sacrificados em laboratório, aos pesquisadores que se auto-injetaram antibióticos; graças aos tubos e sondas e agulhas enfiados por todo o corpo delicado de minha filha, graças aos engenheiros capazes de criar máquinas tão precisas a ponto de arrancá-la à força do abraço da morte e dançar com seus pulmões e seu coração — graças à nossa ambição, nossa inventividade, enfim: graças aos seres humanos. No que dependesse de deus a guria tava morta.
O que me deixa mais irritado é que, quando, a muito custo, os médicos têm sucesso em curar uma doença, todos se apressam em lembrar que foi só porque a misericórdia divina o permitiu; mas, quando um paciente morre (a despeito de inúmeras rezas, novenas e promessas), é porque “a ciência” não pôde fazer nada, porque os seres humanos são falhos. Ora!
Bem-vinda ao mundo, Valentine. Você está viva porque fomos contra a natureza, contra as regras, contra o destino. Não se esqueça: daqui para frente será sempre assim. Viver é enfrentar, é subir ladeira. Este é o significado de seu nome.
Tue 13 Mar 2007
Sabe do que eu gosto? Tá, você sabe, videogame & sexo. Mas, fora videogame e sexo, sabe do que eu gosto? Viajar. Não, viajar mesmo, tipo o clichê; pela própria viagem e não pelo destino (ou pelo “agito” ou para descansar ou fugir da rotina). Já li muita gente reclamando do limbo anacional que são hotéis, pensões, ônibus, estradas, aeroporto. Não eu. Adoro viajar fora de temporada, visitar lugares não turísticos, não ter casa, não conhecer nenhuma rua, não ser reconhecido por ninguém, parar numa pensão seis meses e nunca mais pisar naquela cidade.
Quando conseguir minha casa ou quitinete em São Paulo ficarei lá por três anos, no mínimo. Estou meio intimidado com isso, nunca morei três anos no mesmo lugar.
Tue 6 Mar 2007
Recebo spams em japonês com certa freqüência. Por isso, tenho medo que o filtro ache que qualquer email japonês seja spam e um dia eu perca alguma mensagem legítima. Assim, peguei o hábito de ler meus spams japoneses. Às vezes você até aprende alguma coisa. Este spam de site de relacionamento, por exemplo, argumenta que é bacana não pagar para usar um serviço, mas
無料サイトは男性の比率が多く、サクラも多い。
Em sites grátis a proporção de homens é muito alta, e além disso existem muitos sakuras.
Sakura, normalmente, quer dizer “flor de cerejeira”, mas nesta frase claramente é uma gíria. Qual seria o sentido? Procurei em todo lugar sem sucesso, e acabei tendo que perguntar para um amigo do Japão. Aparentemente sakura quer dizer “publicitários pagos para se passar por usuários comuns e falar bem de um serviço” (o que os americanos chamam de astroturfing).
Mas estou divergindo. O spam prossegue divulgando a página para certos tipos de pessoas: homens solitários, gente procurando seu par ideal etc. Um item me chamou a atenção:
◆ ドラマのような恋がしたい。
* [Para pessoas que] querem viver uma paixão como as de dorama.
Oooquei, onde eu assino?
Fri 2 Mar 2007
eles te dizem pra ser você mesmo, e assim as pessoas que ficarão perto de você serão as que realmente te aceitam. o que eles não dizem é que todo mundo vai se afastar de você, um por um, que os toques vão se esfriar, os olhares se desviar, seu email só vai ter spam, seu telefone não vai tocar, as agendas estarão cheias e os programas não vão bater e os compromissos e tudo o mais, e você vai ficar sozinho num quarto escuro olhando para o teto.
exceto o jack, claro. ultimamente tenho procurado refúgio constante no jack. constante demais, talvez? mas ele é tão doce, tão doce, e sempre está ali para mim, e me faz esquecer…
Fri 2 Mar 2007
Ora, vejam, texto novo do Brendam:
“There are these — you know, these new games, but they don’t quite have that red-hot old-school feel. It’s gone. Nothing feels crispy/clicky enough; the fully-orchestrated soundtracks have a hollowness that dedicated Super Famicom sound chips never did. The more polygons they added, the less substance there is. Something’s somehow . . . missing.
“But what?
“With a $200 video camera, I can shoot a documentary, or a porno, or a biopic, or a human drama. I can get studio funding for a small-budget indie release, or press for a full-budget prestige film. None of these avenues are open to me in gaming. Ideas that would be easy to pitch in any other medium seem ridiculous when mentioned in a gaming context.
“Is there a solution—something that can save the most promising medium in history? Something that can wrest it out of control of the least common denominator, make things evolve?”
Thu 1 Mar 2007
Seguranças não gostam de mim.
Mesmo que eu tente me comportar
e use terno e gravata e
pendure um crachá no pescoço
—essas coleiras de exibir fotos humilhantes—
e mesmo que tente não andar de meu jeito estranho
não olhar de meu jeito estranho
não gritar o grito estranho que cresce em mim toda
[vez que me acorrento
nessas prisões de concreto—
mesmo assim
o faro deles denuncia
que não sou um rapaz honesto
trabalhador
decente
e eles sempre me recebem com olhares tortos pegajosos
grudados em minha nuca até eu sair de vista.
I can touch all these people if I want to
(it's just a matter of a smile faked out of tedium
a couple sweet words
a catlike glance of lustful green eyes).
None of them will talk to me, tho
none will share their moments
none will walk with me in silence, holding hands,
[wasting time in the park
So what am I? I guess
—A beautiful body trapped in a very boring person.